A dieta tem que ser individual

Oi, Pessoal.

Não tem jeito, se uma pessoa quer começar o processo de emagrecimento, é fundamental procurar um profissional da área de alimentos. Isso porque, infelizmente, a nossa educação não é voltada para uma alimentação saudável. Então, para emagrecer, é preciso ajuda.

Uma das principais características que diferenciam os bons profissionais dos profissionais mediados é o quanto ele considera o paciente na hora de montar seu treino e sua alimentação. Dieta que não é individual, desconfie!

Para a ajudar a esclarecer um pouco o valor do profissional de nutrição no emagrecimento, eu entrevistei o nutricionista e educador físico Lucas Sônego Ferreira Soares, especialista em fisiologia, bioquímica, treinamento esportivo e nutrição esportiva pelo Labex da UNICAMP e em fisiologia do treinamento resistido na saúde , Doenças e envelhecimento, pela Faculdade de Medicina da USP.

Confere aí.

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Muitas pessoas têm certa resistência em busca de um profissional na hora que decidem emagrecer, principalmente porque acham que como dietas são todas iguais e os cardápios também. Mas não é bem assim que funciona, né? Conte um pouco sobre o seu trabalho ea estratégia que você usa em seus pacientes

R: O ser humano é um ser único, individual e deve ser tratado como tal. Cada artefato merece atenção especial quanto às suas particularidades. Tanto a dieta quanto o exercício dependem da individualidade biológica de cada um e do objectivo, muitas vezes o que serve para uma pessoa não é adequado para outro. O acompanhamento de um educador físico e de um nutricionista são fundamentais para se obter resultados sem riscos à saúde. Sendo assim, estratégias de treino de acordo com os objetivos, postura e disponibilidade de cada paciente e dietas de acordo com objetivo e individualidade biológica de cada um deles.

Qual é o valor do nutricionista que se especializa em esporte ou profissional de educação física em nutrição, para atuar na área de emagrecimento?

R: Tanto o nutricionista como o educador físico tem o entendimento como funciona o corpo em situação de exercício do ponto de vista bioquímico e fisiológico para ajustar o treino ea dieta da melhor forma.

Qual é uma diferença entre dieta, regime e reeducação alimentar?

R: Não costumo dar importância a todos esses nomes. Tanto a dieta como o “regime” são um norte para que o paciente se reeduque. Minhas orientações são sempre baseadas em saúde, em alimentos minimamente processados, boas noites de sono, controle de estresse, hidratação correta e mudança de estilo de vida. Mudar uma forma de pensar é indispensável. Entender quais alimentos prejudicam sua saúde e dar valor a ela.

Muitas pessoas se sentem quando fizeram algo diferente do que o nutricionista recomendou. O que você pode fazer quando isso acontecer?

No início como fugas da dieta são compreensíveis. Tudo é muito novo e as mudanças são recentes. O paciente não deve se culpar e sim, ter atitude e comprometimento para que consiga mudar seus hábitos, seu estilo de vida. Muitas vezes o acompanhamento psicológico e motivacional é fundamental. Em algumas consultas procuram alguns mecanismos de desenvolvimento de doenças, o que dá liberdade de escolha para os meus pacientes.

Qual sua opinião sobre alguns alimentos que antes eram tão comuns na mesa do brasileiro, mas hoje em dia são os preços de inimigos, um exemplo de leite, arroz e feijão e até de algumas frutas?

R: Com certeza não é o arroz, o feijão ea fruta que engordam grande parte da população brasileira e sim os sucos industrializados, os refrigerantes, como farinhas processadas, como guloseimas, o álcool em excesso, o sedentarismo, entre outros. Outros produtos relacionados com o desenvolvimento de doenças como o leite. Em casos de emagrecimento, precisa-se adequar porções e fim a fim de objetivos, por isso muitas vezes algumas restrições são feitas por determinados períodos.

 A comida, além de ser um “produto” que mantém uma “máquina” corpo humano viva, ou seja, além de nossos alimentos, uma comida também é um produto da nossa cultura, como pessoas comem não só para manter o corpo ativo, mas Para confraternizar, porque estão felizes, ou porque estão tristes, para socializar e etc A comida tem diversas funções, digamos. Como chegar à alimentação, então, equilibrada, considerando todas as

R: Uma situação muito frequente é relacionar fome à sentimentos. Muitas pessoas comem mais por estarem tristes, felizes, com raiva. Precisamos sempre respeitar o nosso corpo e diferenciar os outros sentimentos. Outras pessoas arrumam sempre uma desculpa para confraternizar e comer alimentos que prejudicam sua saúde quando consumidos cronicamente. Eu acredito em direcionar o alimento, onde o paciente tem um significado de aderir a uma nova vida, com boas noites de sono, boas escolhas alimentares, controle de estresse entre outros. Isso não impede que eventualmente façamos uma refeição diferente.

Qual é uma sua opinião sobre uma dieta baixa em carboidratos?

R: A dieta baixa carb é uma de inúmeras estratégias nutricionais. Tudo depende da individualidade do paciente e do seu objetivo. Essa é uma das metodologias que utilizam em alguns pacientes. Por isso é indispensável avaliação de um profissional para orientação individual.

 

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